terça-feira, 20 de setembro de 2011

Google Wallet: o futuro do dinheiro (quase) chegou

“Uau, como você fez isso?”. Eu não disse nada quando o caixa de uma loja perguntou para mim como eu tinha pagado a conta. Eu só aproximei meu celular do terminal PayPass. E a grana vazou do meu Nexus S, e foi para os cofres de alguma corporação. Mágico!
Mas mesmo assim eu tive que clicar no console burro de crédito se eu queria que o pagamento fosse no crédito ou no débito. E depois eu tive que esperar minha via ser impressa. O que fez com que minha tentativa de ser um misterioso estranho com uma misteriosa e mágica tecnologia que após tudo isso sumiria na neblina falhasse totalmente, já que seria muito estranho se eu ficasse em silêncio total durante 45 segundos na frente do atendente.
O Google Wallet é claramente uma espiada mais profunda em como será o futuro suave e escorregadio do dinheiro — a MasterCard parece uma empresa grande o suficiente para apostarmos nesse conceito macabro e futurista, eu acho — mas ele ainda é muito 2011. As pequenas fricções surgem por todos os lados.
Se você não está familiarizado com o Google Wallet, leia isso, ou acompanhe a versão bem resumida a seguir. (Bem resumida, já que o Google Wallet é uma junção de vários pequenos detalhes.) O Wallet é um app que permite que você pague por serviços usando seu smartphone, seja por meio do seu cartão de crédito (ou cartões), seja por meio de cartões pré-pagos e gift cards. Esse é o lado do software. Usando um chip NFC embutido ao seu celular, é só encostá-lo em um terminal. Nada de passar cartão. Esse é o lado do hardware. Do lado online, ele combina sem complicações cupons digitais que você coleta — seja do Google Offers ou dos próprios vendedores — e cartões de fidelidade.
A teoria da transação perfeita– literalmente sem fricção alguma! — é assim: você pega uma Google Offer de US$1 de desconto em um Frappucino no Starbucks. (Ou se você não tiver uma oferta, o Google Shopper mostra as ofertas mais próximas.) Você vai ao Starbucks mais próximo — indicado pelo Google, claro — e pede sua bebida doce pra caramba. Quando você for pagar, você abre o app Wallet e encosta o smartphone no console de pagamento. Instantaneamente, seu cupom do Google Offer é utilizado, você paga pela bebida, e você soma pontos em seu cartão de fidelidade do Starbucks. E sua via está no seu celular. Essa cena toda? Ela é a razão de pensarmos que um celular com Google Wallet é potencialmente mais conveniente do que um cartão de plástico. Promoções + pagamento + cartão de fidelidade em um gesto.
Mas o formato do Google Wallet hoje é bem diferente. O app Wallet chegará hoje aos smartphones Nexus S 4G da operadora Sprint — e apenas nesses aparelhos. (O Google prometeu uma espécie de adesivo NFC que permite que smartphones sem NFC usem o Wallet, mas eles ainda não deram detalhe nenhum do sistema — mais especificamente, quando eles serão vendidos.) O sistema funciona exclusivamente terminais PayPass, da MasterCard, limitando muito o número de lugares em que o Wallet é útil nos EUA, apesar de o Google anunciar hoje que está licenciando as especificações do NFC para Visa, Discover e AmEx. (Para mim, em Nova York, o único lugar utilizável no momento são alguns táxis.) E, para completar, apenas os cartões Citi Mastercard reúnem todos os benefícios do Google Wallet — por enquanto, para pagar com algo que não seja gift card, é preciso recarregá-lo com um cartão pré-pago do Google, com dinheiro de sua conta, por meio do Google Checkout. Tudo isso diminui toda a conveniência potencial do Google Wallet nos dias atuais.
Assim, minha experiência com o Google Wallet foi provavelmente muito semelhante a experiência de outros testadores: uma novela, basicamente. Isso depois de carregá-lo com dinheiro, o que é algo estranho, já que parece que eu me dei a permissão de gastar dinheiro, já que eu não pude usar meu cartão próprio para colocar dinheiro. Eu também não pude usar o Google Offers, já que eu não conseguia encontrar nenhuma das lojas que já usam o Google Wallet. E eu não pude usar meus cartões de fidelidade, já que eu normalmente não os uso, ou uso apenas de alguns locais menores, todos eles muito distantes do radar do Google e da Mastercard. O que elimina metade da conveniência do Wallet.
Mas sabe onde ele funcionou de forma incrível? Em um táxi de Nova York. Tentar caçar sua carteira no bolso de trás enquanto você está sentado, sacar o cartão certo, tentar entender onde diabos é essa maquininha, se confundir com o lado do cartão, passar por menus e colocar os números certos e, finalmente, pagar o taxista com cartão enquanto ele tenta convencê-lo de que o terminal está quebrado é, hum, incômodo. O Google Wallet resolveu esse problema.
O Wallet irá resolver vários problemas, talvez até antes do que você imagina, mesmo se levarmos em consideração como a indústria financeira evolui lentamente. Porque o dinheiro, e a infraestrutura para isso — novos terminais em todas as lojas — é um jogo de escala. E o Google tem escala. Seus parceiros, como a Mastercard, a Visa, e o Citi, têm escala. Eles precisam que as pessoas embarquem na ideia. E eventualmente isso invadirá tudo como uma grande onda. Porque ele estará em vários telefones. Funcionará com um monte de cartões e bancos. E em várias lojas. Nesse momento, será algo tão natural quanto sacar o cartão de crédito. Talvez até mais natural, já que eu estou sempre com meu smartphone. No entanto, é óbvio que isso é apenas o começo para o Google. O Google não quer substituir apenas seus cartões de crédito — há uma razão para ele se chamar Google Wallet, e não Google Money ou Google Cards.

Conheça as novidades no Windows Phone 7 “mango”

Sistema estará disponível no final do ano e trará “mais de 500” novos recursos que o tornam mais eficiente e fácil de usar.

A Microsoft anunciou na terça-feira, dia 24/05, o Windows Phone 7 “Mango”, uma nova versão de seu sistema operacional para smartphones que inclui mais de 500 novos recursos que melhoram a multitarefa, tornam a exibição de informações mais dinâmica e fazem com que o sistema operacional e aplicativos trabalhem juntos de forma mais eficiente.
A boa notícia é que o novo sistema estará disponível a todos os consumidores que já tem um smartphone com Windows Phone 7, como uma atualização gratuita. A má é que o sistema só estará disponível no final do ano, quando chegará a 35 países, Brasil incluso.
Além de vários novos recursos, a Microsoft também anunciou novos parceiros de hardware para a produção de aparelhos, incluindo a Acer, Fujitsu e ZTE. E novamente o processador Snapdragon, da Qualcomm, foi escolhido como o coração da próxima geração de Windows Phones.

Sistema mais esperto

O Mango pega nossos recursos favoritos no Windows Phone 7 e os deixa ainda melhores. As Live Tiles, “widgets” dinâmicas na tela inicial que podem ser personalizadas e reposicionadas, exibirão mais informações em tempo real. Também será possível adicionar à tela inicial Live Tiles com atalhos diretos para contatos específicos ou para um grupo deles. Se você quer ficar de olho na namorada ou acompanhar o que seu chefe anda fazendo, por exemplo, pode “prender” uma Tile com o contato na tela inicial e, num relance, ver o que eles estão escrevendo no Twitter ou Facebook.
A multitarefa foi aprimorada, e é possível alternar entre aplicativos usados recentemente segurando o botão Voltar. E, como a Microsoft anunciou em Abril, o recurso foi extendido aos aplicativos de terceiros e também estará presente no Internet Explorer 9. Agora é possível, por exemplo, sair de um jogo, responder um e-mail e voltar à partida exatamente do ponto onde parou, sem longas esperas para recarregar o game.

 Navegador, Bing e tela inicial são recursos do Windows Phone 7 que sofreram mudanças


Todos os “Hubs” (centrais de atividades) foram aprimorados com novos recursos bastante atraentes. Por exemplo, o People Hub, onde ficam seus contatos, agora oferece integração com o Facebook, Twitter, Outlook, LinkedIn e Windows Live Messenger em um único local, dando ao usuário múltiplas formas patra se comunicar com amigos e colegas. Também será possível agrupar e categorizar contatos como “amigos”, “colegas de trabalho”, etc.

Aplicativos mais integrados

A Microsoft espera que um dos recursos que ajude a diferenciar o Windows Phone 7 do Android e iOS é sua abordagem em relação aos aplicativos. Um novo recurso chamado de “App Connect” integra aplicativos aos resultados de buscas no Bing.
Segundo a Microsoft, aplicativos em outras plataformas são “isolados” e não se integram com outros aspectos de seu smartphone. O App Connect irá incorporar  as informações de seus aplicativos, seja um aplicativo de música ou previsão do tempo, de forma transparente ao sistema de buscas. A Microsoft chama isso de “experiência total com aplicativos”.
Por exemplo, se você fizer uma busca pelo nome de um filme o App Connect pode integrar aos resultados a possibilidade de comprar ingressos usando um aplicativo como o Fandango, e mostrar este recurso junto com os horários, reviews, trailers, etc.

Navegação aprimorada

A Microsoft está adicionando suporte a aceleração via hardware e HTML5 à versão “de bolso” do Internet Explorer 9. Outro recurso que torna a navegação muito mais fácil é o “Local Scout”, que usa o GPS para determinar onde você está e retornar resultador “hiper locais” às suas buscas, de acordo com suas preferências. Também interessante é o Music Search, que funciona como o aplicativo Shazaam em smartphones Android: deixe seu smartphone “ouvir” alguns segundos de uma música e o Bing lhe diz o nome, o artista e onde comprá-la.
Já o Visual Search funciona como o Google Goggles, mas integrado à plataforma Windows Phone. Digamos que você está em uma livraria, encontra um livro que parece interessante e quer saber mais sobre ele. Basta tirar uma foto da capa e o Bing irá não apenas procurar por reviews, preços e mais informações sobre o livro, mas também mostrará informações de aplicativos relacionados usando o App Connect. Então, por exemplo, se você tem o aplicativo Kindle instalado em seu smartphone, poderá verificar se há uma versão em eBook do livro e comprá-la na hora, tudo isso a partir de uma foto.
A Microsoft também está adotando a realidade aumentada com novas APIs de câmera e sensores de movimento para os desenvolvedores. Por exemplo, o History Channel está criando um aplicativo chamado History Here, que combina realidade aumentada, GPS e o conteúdo do canal para exibir informações sobre marcos históricos próximos ao seu local. Basta apontar a câmera e aguardar os resultados.

Melhor para os negócios

A Microsoft também quer transformar aparelhos com o Windows Phone na escolha ideal para clientes corporativos. A empresa anunciou recentemente novos recursos de produtividade, como a capacidade de salvar e compartilhar documentos através do Office 365 e Windows Live SkyDrive, garantindo seu acesso aos seus documentos mais recentes onde e quando você precisar deles.
No Mango, é possível prender uma pasta de e-mail à tela inicial para acesso rápido, como uma pasta contendo um projeto específico ou todas as mensagens de determinado grupo ou pessoa. Também é possível prender um feed RSS do Outlook. Mensagens são organizadas por conversação, então respostas à uma discussão são consolidadas em uma visualização única que é mais fácil de acompanhar.

Usuários corporativos irão apreciar a capacidade de buscar servidores, como um servidor Exchange, por mensagens antigas que não estejam mais armazenadas no smartphone. E por fim o Microsoft Lync, serviço de comunicação corporativa que combina mensagens instantâneas, conferências via web e uma rede social interna, estará disponível a usuários do Windows Phone através do aplicativo Lync Mobile, gratuito.
Além dos novos recursos de produtividade, o Mango também irá trazer alguns novos recursos para os profissionais de TI, entre eles o suporte a senhas complexas (alfanuméricas), ao sistema de Information Rights Management para a proteção de e-mails e documentos do Office e suporte ao acesso a redes Wi-Fi corporativas ocultas.

E no Brasil?

Tudo isso é muito interessante mas... e o Brasil? Quando o novo sistema, e aparelhos equipados com ele, chegarão às nossas lojas? A Microsoft não comenta nenhuma data exceto um vago “final do ano”, no período entre setembro e dezembro, mesmo período de lançamento do Mango no mercado internacional. Preços, modelos e operadoras que comercializarão os aparelhos ainda são uma incógnita.
Uma certeza é de que o Zune, serviço de músicas associado ao Windows Phone 7 e que permite aos assinantes o download ilimitado de músicas mediante uma assinatura mensal, não estará disponível no Brasil no primeiro momento. Já quanto à loja de aplicativos, o Windows Live Marketplace, uma boa notícia: Celso Winik, Gerente de Mobilidade da Microsoft Brasil, afirma que jogos (e a integração com a rede XBox Live) estarão disponíveis aos consumidores brasileiros.

Título da postagemAssim como Android e Symbian, Samsung Bada terá código aberto

As plataformas móveis estão ficando cada vez mais fechadas. O Android é o menos aberto entre os projetos open-source, enquanto a Nokia fechou o código do Symbian, antes open-source. Quem poderá nos salvar? O Bada, da Samsung.
O Wall Street Journal informa que a Samsung planeja abrir o código do Bada para desenvolvedores e fabricantes, para reduzir a dependência no Android e para fazer a plataforma crescer mais rápido – e, quem sabe, transformá-la num OS para smartphones de verdade.
A fonte do WSJ é anônima – “uma pessoa familiar com a situação” – mas diz que a Samsung “está planejando transformar o software do Bada em uma plataforma de código aberto no ano que vem”. A fonte também diz que a Samsung não deve comprar nenhuma empresa de software – ainda não é sua vez, webOS.
O WSJ também diz que os planos da Samsung para o Bada são mais ambiciosos: eles querem implementá-lo em outras plataformas – mais especificamente, em smart TVs. Mas calma, Samsung, vocês ainda nem colocaram o Bada em tablets! Um analista lembra ao WSJ que “ainda não está muito claro se o Bada pode crescer para telas maiores”. E o Google colocou o Android antes na Google TV e depois em tablets, e isso não deu muito certo…

fonte: gizmodo.com.br

LG prepara smartphone Android com tela HD e Street Fighter IV exclusivo para outubro

Parece que telas HD, com resolução 1280×720, serão o padrão dos smartphones Android high-end daqui em diante – como o aguardado Nexus Prime e o LG LU6200, revelado esta semana. Segundo o jornal coreano Money Today, o LU6200 terá tela IPS de alta definição com 4,5 polegadas, e um belo jogo para aproveitar a tela: Street Fighter IV com exclusividade de três meses.
A LG diz que o LG LU6200 tem processador dual-core de 1,5GHz, 1GB de RAM, 4GB de armazenamento interno, câmera traseira de 8MP e frontal de 1.3MP, além de uma bateria de 1.830mAh e suporte a DLNA, WiFi Direct e NFC. Ele roda Android 2.3.5, mas segundo o Money Today o LU6200 estará pronto para receber o Ice Cream Sandwich.
A LG anunciou também que terá exclusividade de três meses para o jogo Street Fighter IV da Capcom, oferecendo-o “em seu primeiro smartphone HD com Android” – que deve ser o LU6200. O aparelho será lançado primeiro na Coreia do Sul com suporte a 4G LTE – por isso o chamam de LG Optimus LTE. Ele entra em pré-venda dia 26 de setembro, e deve ser lançado em outubro.
fonte: gizmodo.com.br